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Responsabilidade Socioambiental

Responsabilidade Socioambiental

A Comissão Organizadora do Festival das Cataratas tem ações de responsabilidade socioambiental para preservar o meio ambiente. Dentre as ações realizadas temos:

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Plantio simbólico em 2017
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Para marcar o ato, no dia 30 de junho de 2017 foi realizado um plantio simbólico com a participação de José Acir Borges – Gerente de Operações do Rafain Hotel &Convention, Daniele Higashi – Coordenadora do Festival das Cataratas, Paulo Angeli – Idealizador do Festival, Elaine Colombo – Marketing do Festival, Isis Wegner e Cristina Garrido – Idestur, VacyAlvaro – Jornalista e Mayara Angeli – Administrativo do Festival.

A compensação do GEE – Gases de Efeito Estufa provenientes de atividades como a montagem e desmontagem das estruturas do evento, uso de água e energia, viagens dos participantes, e excesso de produção de lixo. O relatório da compensação foi realizado pelo Instituto para o Desenvolvimento do Turismo, Cultura, Esporte e Meio Ambiente (Idestur) seguindo a metodologia GHG Protocol (GreenhouseGasProtocol), utilizada mundialmente por empresas e governos no cálculo das emissões diretas.

O plantio será de 441 mudas de árvores nativas para compensação, em parceria com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente em área destinada para revitalização.

Selo Sesi ODS – Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 2017

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Pelo segundo ano consecutivo, a De Angeli, empresa responsável pela organização do Festival das Cataratas, recebeu o Selo Sesi ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável). A solenidade de entrega ocorreu durante o Congresso Sesi ODS 2017, que foi realizado no dia 17 de outubro em Curitiba (PR).

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O principal objetivo do Selo é reconhecer boas práticas que visem o alcance dos ODS e que estejam sendo implementadas por empresas, indústrias, instituições públicas, e do terceiro setor de todo o Estado do Paraná. Em relação ao Festival, a certificação é um reconhecimento às ações de responsabilidade socioambiental promovidas no âmbito do evento, um dos quatro maiores do turismo nacional.

Pelo menos cinco dos 17 ODS tem ligação direta com o Festival: Cidades e Comunidades Sustentáveis (11), Consumo Responsável (12), Combate às Mudanças Climáticas (13), Vida sobre a Terra (15) e Parcerias pelas Metas (17). “Sempre buscamos em nossas ações contribuir na implementação destas metas tão importantes para o nosso planeta”, destacou Elaine da Luz, assistente de Processos da De Angeli.

 

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Além da compensação, segue outras ações que são praticadas:

Materiais gráficos e folheteria reciclados: caneta com material reciclado, bolsa de pet e entrega de sementes de árvore nativa da região, como incentivo ao plantio de árvores.

Geração de empregos diretos e indiretos e aumento da renda para a comunidade local e região.

Mostra Regional de Produtos Sustentáveis, com produtores de base familiar dos 29 municípios da Bacia do Paraná em parceria com a Itaipu Binacional. Esta tem o objetivo de fortalecer a cadeia produtiva para inserção dos produtos e serviços sustentáveis no mercado.

Acesso a Feira de Turismo e Negócios para a comunidade local: No segundo dia o Festival abre suas portas para receber e informar a população que tiver interesse nas ações e inovações do turismo.

Plantio de mudas para compensação GEE de 2016

A conquista do Selo Sustentável deu-se por meio da compensação dos gases de efeito estufa – GEE, que aconteceu no dia 13 de dezembro de 2016 por meio do plantio de 435 mudas de espécies nativas, para neutralizar as emissões de CO2 geradas na 11ª edição do evento em 2016, na Chácara Muller.

As estimativas foram realizadas a partir das recomendações da Metodologia NC para Eventos, metodologia compatível com a norma ABNT NBR ISO 14.064:2007 e com o Programa Brasileiro GHG Protocol.

Relatório completo: CLIQUE AQUI!

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A Chácara Muller está localizada na área do Corredor da Biodiversidade Santa Maria, projeto que tem como objetivo conectar o Parque Nacional do Iguaçu – considerado Patrimônio Natural da Humanidade – com a faixa de proteção do Lago de Itaipu, utilizando a RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural) e as matas ciliares existentes na área.

 

 

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