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A partir de fevereiro, Foz do Iguaçu terá voo direto para Salvador

Foz do Iguaçu terá uma conexão direta com Salvador (BA). O voo regular será operado pela Latam uma vez por semana, a partir do dia 10 fevereiro. A informação foi confirmada pelo secretário de Turismo, Indústria, Comércio e Projetos Estratégicos, Gilmar Piolla.

A empresa diz que as frequências serão ampliadas de acordo com a procura dos passageiros. “A temporada de boas notícias continua. A Latam nos confirmou hoje que iniciará voo regular entre Foz do Iguaçu e Salvador. Começa com um voo por semana e vai ampliando as frequências de acordo com a demanda. Agradecemos ao Mauro Peneda, gerente de desenvolvimento de negócios aeroportuários da Latam, pela confiança”, afirma Piolla.

A frequência regular é uma oportunidade para que turistas baianos e de outras cidades próximas não tenham que esperar por conexões, e com isso podem permanecer mais tempo conhecendo os atrativos da Terra das Cataratas.

A capital baiana também terá o turismo aquecido com a ida de moradores de Foz do Iguaçu e região, principalmente paraguaios e argentinos. “O Nordeste é um mercado estratégico para Foz do Iguaçu. Esse voo vai surpreender. Baianos e nordestinos adoram Foz do Iguaçu. E nós, aqui da fronteira trinacional, também adoramos as praias da Bahia e do Nordeste”, acredita Piolla.

Vale lembrar que a Gol já opera voos extras para Salvador, Recife (PE), Maceió (AL) e Fortaleza (CE) na alta temporada de julho e também no verão. Mas faz isso exclusivamente nos períodos de alta, há dois anos consecutivos.

Para se ter uma ideia, nas férias de julho deste ano, o Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu recebeu 400 voos extras com uma oferta de 60 mil assentos adicionais pelas companhias aéreas.

Mercado internacional

Para o presidente do Conselho Municipal de Turismo, Felipe Gonzalez, a oferta do voo, com ligação para uma das principais capitais do nordeste brasileiro, possibilita ainda a atração de turistas internacionais. “Mais notícia boa! Esta ligação aérea é estratégica, pois cria oportunidade para o receptivo internacional que entra via Nordeste, além da presença dos baianos na terra das Cataratas”, avalia Gonzalez.

(Assessoria/PMFI)

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